*Foto divulgação original Netflix
Diretor Alfonso Cuarón faz filme comovente que mais parece uma pintura de época.
O diretor Mexicano Alfonso Cuarón, de “Gravidade”, fez de “Roma” um filme da Netflix forte candidato a disputar um Oscar (em 2019), com 10 indicações, criando grande barulho na indústria.
Roma levou três estatuetas do Oscar: melhor filme estrangeiro, melhor fotografia e melhor diretor. E lembre-se que ele concorreu como melhor filme do ano. Poderia ter levado também, afinal, trata-se aqui de uma obra-prima.
“Roma” tem uma direção ousada bem pontuada em sua fotografia preto e branco (Cuarón). Você não olha, por exemplo, os tradicionais planos/contra-planos, a câmera é um registro do que acontece, quase uma espiã.
Outros pontos importantes de Roma são os diálogos que atravessam as janelas, planos fixos de longe e um roteiro que vai te levando, sem dizer exatamente qual o objetivo da personagem Cleo, empregada de uma família de classe média dos anos 1970.
E sem spoiler, você verá um dos finais mais poéticos de todos os tempos.
Confira o trailer e o link da Netflix logo abaixo.
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Classificação indicativa: 14 anos.





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